por admin | jan 24, 2020 | Narrativas
“É chegado o momento de lançarmos em Cruzo as sabedorias ancestrais que ao longo de séculos foram produzidas como descredibilidade, desvio e esquecimento. Porém, antes, cabe ressaltar que essas sabedorias de fresta, encarnadas e enunciadas pelos corpos transgressores e resilientes, sempre estiveram a favor daqueles que as souberam reivindicar. Assim, me inspiro nas lições passadas por aqueles que foram aprisionados nas margens da história para aqui firmar como Verso de Encante a defesa de que a condição do Ser é primordial à manifestação do Saber. Os conhecimentos vagueiam mundo para baixar nos corpos e avivar os seres. Os conhecimentos são como orixás, forças cósmicas que montam nos suportes corporais; os saberes, uma vez incorporados, narram o mundo através da poesia, reiventando a vida enquanto possibilidade. Assim, ato meu ponto: a problemática do Saber é imanente à vida, às existências em sua diversidade.”
Luiz Rufino
por admin | jan 24, 2020 | Narrativas
“É chegado o momento de lançarmos em Cruzo as sabedorias ancestrais que ao longo de séculos foram produzidas como descredibilidade, desvio e esquecimento. Porém, antes, cabe ressaltar que essas sabedorias de fresta, encarnadas e enunciadas pelos corpos transgressores e resilientes, sempre estiveram a favor daqueles que as souberam reivindicar. Assim, me inspiro nas lições passadas por aqueles que foram aprisionados nas margens da história para aqui firmar como Verso de Encante a defesa de que a condição do Ser é primordial à manifestação do Saber. Os conhecimentos vagueiam mundo para baixar nos corpos e avivar os seres. Os conhecimentos são como orixás, forças cósmicas que montam nos suportes corporais; os saberes, uma vez incorporados, narram o mundo através da poesia, reiventando a vida enquanto possibilidade. Assim, ato meu ponto: a problemática do Saber é imanente à vida, às existências em sua diversidade.”
Luiz Rufino
por admin | jan 15, 2020 | Narrativas
Somos o território físico de uma COMUNIDADE DE DESTINO. Todos os adultos que passam diariamente pela escola estão de algum modo ligados à infância. O epicentro dessa comunidade é justamente a espiral do paradoxo infantil: uma jornada que transforma adultos.
Nosso calendário anual pressupõe encontros de práticas e estudos para o reconhecimento da saga de criação de um filho ou filha em, assim como promovemos eventos de convivência que têm por objetivo a vinculação da comunidade entre si, a formação de redes. Não adianta a coordenação saber o nome de cada pai e mãe, se os próprios não o sabem uns aos outros.
“Todo abismo é navegável a barquinho de papel”.
Guimarães Rosa